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Saiba mais sobre home office, trabalho remoto e teletrabalho

O mercado de trabalho experimentou nos últimos anos formas de trabalho mais flexíveis, longe das instalações da empresa. Assim, termos como home office, trabalho remoto e teletrabalho ficaram cada vez mais populares.

Por isso, não é mais estranho dizer que está trabalhando em casa, em um café e até mesmo fora do Brasil via internet.

E para cada relação de trabalho existe um termo específico, seja ele home office, trabalho remoto e teletrabalho.

Continue a leitura para diferenciar cada um deles.

home-office Saiba mais sobre home office, trabalho remoto e teletrabalho

O que é home office?

Home office é o trabalho de escritório realizado em casa

Ele pode ser executado por trabalhadores sem vínculo empregatício, a exemplo de freelancers – que cumprem suas atividades sem sair de casa a partir de dispositivos tecnológicos.

Ou quando o próprio trabalhador CLT efetua suas atividades em casa, de maneira eventual, também a partir de dispositivos tecnológicos, como se deu em muitas empresas durante a pandemia de covid-19.

Carreiras promissoras em home office 

As principais áreas que o mercado de trabalho tem absorvido de maneira mais flexível, a partir do modelo home office são:

  1. Social media: profissional que produz conteúdo e faz o monitoramento de perfis em redes sociais — com destaque para as redes Instagram e LinkedIn.
  2. Gestor de tráfego: profissional que gerencia as verbas e estratégias de anúncios na internet, baseado nos hábitos de consumo dos usuários.
  3. Gestor de marketing: profissional que desenvolve estratégias de marketing também baseado nos hábitos de consumo dos usuários. 
  4. Desenvolvedor:  profissional que cria e faz a manutenção de soluções digitais, tais como sites e aplicativos. 
  5. Infoprodutor: profissional que vende em plataformas digitais o conhecimento que detém, independente da área: da gastronomia à economia doméstica e o que mais imaginar!

O que é trabalho remoto?

O trabalho remoto é o trabalho realizado fora das dependências da empresa, de maneira eventual e não necessariamente em casa.

Ou seja: o serviço é feito em qualquer lugar, que não o trabalho, via dispositivos tecnológicos.

Agora, quando esta forma independente de trabalho é regularizada no contrato individual de trabalho, o termo adequado é teletrabalho conforme você verá mais abaixo.

Como melhorar as condições do trabalho remoto?

Confira as dicas de uma ergonomista – profissional que ajusta as condições de trabalho à fisiologia do trabalhador – e melhore a sua relação com o trabalho com pequenas mudanças em casa.

https://youtu.be/Jv2T4t8HlcM
Vídeo: Dicas de ergonomia para manter a produtividade no trabalho remoto

O que é teletrabalho?

Já o teletrabalho diz respeito à atividade realizada, integralmente, fora das dependências do trabalho, a partir de dispositivos tecnológicos.

Sob a regulamentação da Lei 13.467/2017 referente à reforma trabalhista. Que orienta o empregador a acordar no contrato individual de trabalho:

  • A oferta e manutenção (ou não) de recursos tecnológicos e materiais para execução do trabalho;
  • A forma de avaliação de desempenho;
  • A necessidade (ou não) de ir a empresa eventualmente;
  • Como evitar acidentes de trabalho, entre outros pontos.

Modos de teletrabalho

O teletrabalho pode ser realizado em: telecentros: local de trabalho compartilhado, a exemplo de coworkings; em casa ou em modo nômade: quando não há um lugar fixo para trabalhar.

E ainda existe a modalidade híbrida, quando a presença na empresa é necessária eventualmente, mas a maior parte do tempo o trabalho é realizado à distância.

Observação importante: trabalho externo, com por exemplo o vendedor porta a porta, não é qualificado como teletrabalho.

Como avaliar o teletrabalho?

A partir do cumprimento das metas no prazo estabelecido, da qualidade do trabalho entregue, da disponibilidade do trabalhador para contato com a gestão, entre outros critérios.

Tudo vai depender do que foi acordado em contrato individual de trabalho.

O empregador pode alterar o regime de trabalho?

Sim, mas será necessário prazo mínimo de 15 dias de transição para o regime presencial, bem como registro formal em contrato.  

Veja também: Condições contratuais do teletrabalho. 

Home office, trabalho remoto e teletrabalho são a mesma coisa?

Como já foi apontado anteriormente, existe uma relação entre os três sistemas de trabalho. Mas cada um traz a sua peculiaridade.

De modo geral, enquanto o home office é o trabalho realizado na casa do trabalhador.  

O trabalho remoto ocorre fora das instalações da empresa, de maneira ocasional. 

teletrabalho, também é realizado fora das instalações da empresa, porém de maneira regulamentada e integral.

O que home office, trabalho remoto e teletrabalho têm em comum?

Os três sistemas correspondem a formas mais flexíveis de trabalho, onde a entrega do trabalhador é mais valiosa do que o cumprimento da carga horária de trabalho.

Isso possibilita ao trabalhador adequar a rotina pessoal à demanda exigida pelo trabalho.

Além do mais, a presença de dispositivos tecnológicos é comum nas três práticas laborais. 

Afinal, a partir de um smartphone ou computador é possível trabalhar em qualquer lugar com acesso à internet. E a pandemia só evidenciou uma prática já habitual em grandes empresas multinacionais, a exemplo do Google.

E até mesmo aqui no Brasil, o Superior Tribunal de Trabalho já experimenta o teletrabalho desde 2012. 

Instituindo, inclusive, um guia de boas práticas de teletrabalho, como a disponibilização de equipamentos para os servidores e comunicação em equipe.

Créditos das imagens: Freepik.

Modelos de apresentação de empresa por e-mail e carta comercial

Você provavelmente deve estar se perguntando: ainda vale a pena investir tempo ou dinheiro para montar uma apresentação de empresa para enviar por e-mail – ou até mesmo pelo correio?

Apesar do senso comum dizer o contrário, o e-mail ainda é um importante canal de comunicação entre empresas e consumidores. De acordo com uma pesquisa do Pew Internet, 92% dos adultos utilizam o e-mail.

Por isso a necessidade de se criar uma apresentação eficaz da empresa, do produto ou do serviço oferecido, e enviá-la aos potenciais clientes.

O mesmo pode ser dito para uma apresentação por carta, que segue uma estrutura muito semelhante à do e-mail. Além disso, a carta tem um apelo mais pessoal, já que é um objeto que pode ser tocado.

Mas como criar um e-mail ou carta de apresentação para empresa do zero?

Pensando em facilitar esse processo de comunicação dos empreendimentos que estão começando a investir em marketing agora, elaboramos alguns modelos de textos para compor sua mensagem.

Mãos à obra!

modelos-apresentacao-empresa Modelos de apresentação de empresa por e-mail e carta comercial

Dicas para apresentar sua empresa para clientes

A apresentação da empresa deve ser dinâmica e versátil, já que ela pode ser utilizada em diversas ocasiões.

Assim, o documento deve ser apresentado de formas distintas nos diferentes meios de comunicação.

Pensando nisso, confira dicas do nosso parceiro Fabio Lobo para apresentar sua empresa tanto por e-mail quanto por carta:

Apresentação por e-mail

A comunicação por e-mail é mais rápida e dinâmica. Se você não prender a atenção da outra pessoa em poucos segundos, ela irá apagar seu e-mail rapidamente.

  • O assunto do e-mail de apresentação da empresa deve ser curto e chamativo, já que é a primeira informação que será visualizada pelo destinatário. Caso não seja um título interessante, a apresentação correrá sérios riscos de não ser visualizada.
  • Não “enfeite” muito seu e-mail. Quanto mais simples, menos comercial e mais pessoal vai parecer. Assim, o e-mail não fica parecendo ser só mais uma mensagem automática.
  • Utilize uma comunicação leve, fácil de ler e que tenha relação com o público-alvo.
  • Não utilize anexos pesados e nem muitos links, visto que isso pode comprometer a entrega do e-mail ao destinatário.
  • Além disso, utilize ferramentas próprias para disparos de e-mail em massa, como o Sendy. E jamais envie e-mails para várias pessoas em cópia!
  • Vá direto ao ponto. Mostre resultados, diferenciais e como sua empresa poderá ajudar a solucionar os problemas existentes em sua área de atuação.
  • Adicione o logo da empresa no fim e no início do corpo da mensagem. O intuito é que a marca se mantenha na mente do leitor.
  • Por fim, dê uma atenção especial à assinatura, que quando bem construída agrega valor a mensagem, tornando-a mais séria. Deixe os meios de contato bem visíveis, a fácil acesso.

O que evitar no e-mail de apresentação?

Algumas coisas podem prejudicar o envio do seu e-mail, ou até mesmo os resultados que você espera com a mensagem.

  • Links: Colocar links externos demasiadamente no e-mail pode prejudicar o resultado final desse instrumento. Isso porque, essa técnica aumenta o risco do e-mail cair na caixa de spam;
  • Falsas promessas: Se o seu negócio não trabalha com determinada área, não cite-a no e-mail. Ser sincero é a melhor (e mais honesta) forma de conseguir clientes;
  • Linguagem impessoal: Não seja impessoal com os clientes, evitando a ideia de que há um robô por trás do e-mail;
  • E-mail não responsivo: Como atualmente as pessoas usam mais celular do que computador, você deve planejar um e-mail que consiga se adequar as diferentes telas dos dispositivos;
  • Endereço sem domínio próprio: Pega muito mal enviar um e-mail profissional de um endereço @hotmail.com, por exemplo. Então, utilize uma conta de e-mail com o domínio de sua empresa para enviar sua mensagem. Se você ainda não tem um, trate de criar!
  • Focar na venda: É claro que você deseja vender seu produto ou serviço, mas você não vai conseguir isso focando apenas nessa parte. Seja educado com o possível cliente, não seja direto ou invasivo.

Apresentação por carta comercial

A carta tem a vantagem de não cair no spam, ao contrário do e-mail. As chances do destinatário receber a mensagem do remetente, então, são maiores. Mas também é preciso ter alguns cuidados na hora de montar sua mensagem!

  • Comece falando das soluções que sua empresa oferece. Utilize subtítulos e listas para organizar as informações e facilitar a leitura.
  • Apresente os diferenciais e outros fatos interessantes sobre a empresa, mas sem se estender demais. Hoje em dia todo mundo tem pressa!
  • Adicione uma lista com os clientes mais importantes e conhecidos. Isso agregar valor à carta comercial de apresentação da empresa.
  • Aposte em parágrados curtos e que sejam agradáveis de ler.
  • Ofereça uma apresentação pessoal em seu escritório ou no endereço do cliente, por exemplo.
  • Por fim, adicione as informações de contato. Um QR Code estratégico pode facilitar bastante o contato.

O que evitar na carta de apresentação?

Algumas coisas parecem óbvias, mas mesmo assim é importante passar algumas noções básicas de boas práticas para que você escreva uma carta de qualidade.

  • Links: URLs por escrito em uma carta podem ser um tanto quanto inconveniente, já que força o seu cliente em potencial a digitar o endereço para acessar a página. Por isso, utilizar QR Code é uma ótima ideia;
  • Falta de identidade: Dê um cuidado especial ao visual de sua carta. Utilize a identidade visual de sua empresa para que tanto o envelope quanto a carta fiquem mais profissionais e chamativos;
  • Pouca legibilidade: Tenha cuidado para que todas as informações de sua carta estejam bem legíveis. Evite fontes muito pequenas, pouco contraste e texto por cima de imagens;
  • Linguagem impessoal: Assim como nos e-mails, a linguagem impessoal passa uma sensação genérica à carta.

Modelos de apresentação da empresa por e-mail ou carta

O público-alvo do seu negócio pode ser atingindo através de um simples e-mail. Através desse mecanismo é possível conseguir novos clientes, engajar consumidores e aumentar as vendas do seu produto ou serviço.

O mesmo pode ser dito sobre as cartas: pode parecer um jeito arcaico de se comunicar nos dias de hoje, mas muita gente ainda dá uma atenção especial às cartas (até porque é cada vez mais raro recebê-las).

Mas claro, para isso ser possível é necessário cativar os usuários com um bom discurso.

A seguir você confere alguns modelos de apresentação que podem influenciar na construção do e-mail para seu público.

Modelo 1

O primeiro exemplo é uma apresentação bem simples para a sua empresa que pode ser enviada por e-mail ou adaptada para uma carta comercial.

Olá, [primeiro nome do cliente]. Tudo bem?

Nós somos a [nome da empresa] e trabalhamos com [ramo do negócio]. Estamos no mercado há [idade da empresa] e durante todo esse tempo presamos por [faça um breve resumo sobre os princípios do empreendimento].

Por tudo isso, acreditamos que vamos nos dar muito bem! Então, se você deseja receber nossas novidades, ofertas e promoções, responda esse e-mail.

Aproveite para nos dizer o que você achou do nosso primeiro contato e o que você deseja receber com mais frequência por aqui.

Seja bem-vindo! [Adapte para corresponder com o destinatário]

Equipe [nome da empresa]

Modelo 2

Este exemplo pode ser útil para enviar um e-mail para quem fez um cadastro em seu site.

Oi! Que bom ter você por aqui, [primeiro nome do cliente].

Antes de mais nada, gostaríamos de nos apresentar para você. A [nome da empresa] é um novo conceito de experiência para [ramo do negócio].

Então, se você está em busca de [descreva os diferentes trabalhos desenvolvidos pela empresa] aqui com certeza é o seu lugar. Se você desejar, podemos conversar melhor por telefone e você tira todas as suas dúvidas. O que você acha de [estipule um horário, mas deixe em aberto]?

Estamos ansiosos por nosso novo contato. Um abraço!

Equipe [nome da empresa]

Modelo 3

O exemplo abaixo é ideal para lojas virtuais e sites de serviços, já que oferece cupom de desconto. Serve tanto para e-mail quanto para carta.

Olá, [primeiro nome do cliente], como vai?

Nós somos a [nome da empresa], especialistas em fazer [tipo de trabalho desenvolvido pelo negócio].

Estamos muito felizes por sua visita no nosso site. Tão felizes que vamos lhe presentear com um cupom de desconto para a sua primeira compra. Não é demais?

Então você já sabe, quando precisar de [serviços prestados pela empresa], basta nos procurar e usar o seu cupom [nome do cupom] e usufruir dos seus [porcentagem de descontos].

Mas caso tenha alguma dúvida, entre em contato conosco através do e-mail [endereço de e-mail] ou então através do nosso WhatsApp: [número de contato]. Teremos o maior prazer em lhe auxiliar no que for preciso.

Então, até logo!

Equipe [nome da empresa]

Modelo 4

O exemplo de e-mail abaixo pode ser utilizado para prospectar clientes.

Olá, [primeiro nome do cliente]! Tudo bem?

Estou entrando em contato porque vi que sua empresa trabalha com [cite a área, por exemplo].

Conforme pode ver em meu site, ofereço serviços digitais com ênfase em:

[lista de serviços]

Sua empresa está precisando de melhorias em alguma dessas áreas? Se sim, me comprometo a prestar uma consultoria gratuita para te apresentar minhas soluções e também os próximos passos para impulsionar seu negócio.

Será que podemos marcar um call essa semana? Pode ser algum outro meio de comunicação de sua preferência.

Aguardamos seu retorno!

Até breve,

Equipe [nome da empresa]

Modelo 5

Confira abaixo um exemplo de carta comercial para apresentar um caso de sucesso e convidar seu cliente para uma reunião.

Oi, [primeiro nome do cliente], tudo bem com você?

Nós somos [nome da empresa] e trabalhamos com [ramo do empreendimento]. Estamos no mercado há [idade da empresa] e mesmo funcionando em [cidade da sede do negócio], atendemos todo o Brasil.

Prestamos diversos serviços como: [cite serviços que você ou sua empresa oferece]. Assim como a empresa [cite um cliente seu], que nos procurou para [explique a finalidade do contrato em questão].

Com a [empresa exemplo] conseguimos alcançar alguns objetivos, confira:

[Faça um resumo dos pontos alcançados, mostrando os números positivos]

Se você deseja alcançar resultados semelhantes, nós podemos lhe ajudar. Que tal tomarmos um café juntos ainda esta semana?

Aguardamos um retorno seu, [primeiro nome do cliente].

Equipe [nome da empresa]

Saiba como escrever sua própria apresentação empresarial para clientes

Antes de mais nada, aposte em um assunto chamativo para seu e-mail. Isso porque o assunto é a primeira informação lida pelo destinatário.

Se não for atrativo o suficiente, o cliente nem vai abrir o e-mail recebido.

Outra dica importante é o cuidado com o português, para evitar erros de concordância, pontuação e até mesmo de digitação.

Além disso, use a linguagem a seu favor. Entendendo o público que possui, você pode definir se usa uma linguagem mais coloquial ou formal.

Mostrar resultados, ser educado e ter uma linguagem leve são ótimas formas de prender a atenção do leitor. Também é indicado oferecer algo de diferente, para que o destinatário tenha mais um motivo para se interessar por seus serviços ou produtos.

Por fim, mas não menos importante, tenha uma atenção especial com a assinatura do e-mail. Com uma assinatura estruturada e bem elaborada você demonstra confiança e seriedade.

Pronto, com todas essas dicas e modelos, está na hora de você construir o próprio e-mail para apresentação da empresa. E assim, conseguir novos contratos!

Créditos das imagens: Freepik.
Texto enviado pelo parceiro Trampar Online.

Como vender no iFood? Tire todas as suas dúvidas!

No passado, cada restaurante tinha seu próprio sistema de entrega e, para fazer um pedido, era preciso que o cliente tivesse o número de telefone do lugar.

Hoje, há plataformas que funcionam como uma espécie de praça de alimentação virtual: Elas são responsáveis por concentrar os restaurantes de cada cidade e automatizar os pedidos, facilitando o processo para a empresa quanto para o cliente.

O iFood é um dos líderes do ramo na América latina. Aderir o seu negócio ao iFood pode resultar em maior visibilidade e em maior alcance de clientes em potencial, por meio de descontos e de outras promoções.

Neste artigo será apresentado o passo a passo para se cadastrar no iFood, assim como dicas que podem auxiliá-lo a melhorar as suas vendas.

como-vender-ifood Como vender no iFood? Tire todas as suas dúvidas!

Como cadastrar e começar a vender no iFood?

Antes de mais nada, você deve atender a alguns requisitos importantes, tanto para processar os pedidos quanto para receber os pagamentos.

Os pré-requisitos são:

  • O seu negócio precisa ter um CNPJ;
  • O seu negócio precisa de uma conta bancária vinculada ao CNPJ;
  • Em caso de MEI, a conta pode estar vinculada ao responsável;
  • É preciso de um computador ou celular com acesso a uma internet rápida e estável.

Plano Básico ou Entrega?

No momento do credenciamento, há duas opções de plano: o Plano Básico ou o Plano Entrega.

Ambos os planos não têm fidelidade, ou seja, podem ser cancelados a qualquer momento.

  • Plano Básico: Fica estabelecido que a entrega do produto deve ser feita pelo próprio restaurante. É cobrada uma taxa de 12% sobre os pedidos e uma taxa de 3,5% sobre os pagamentos feitos pelo iFood. Há, também, a cobrança de uma mensalidade no valor de R$100 quando o restaurante atinge R$1800 em vendas por mês na plataforma.
  • Plano Entrega: Disponível em apenas algumas regiões do país, nesse plano o iFood se encarrega de promover a entrega do produto. Nesse caso, é cobrada uma taxa de 27% sobre os pedidos e uma mensalidade de R$130 quando o restaurante atinge R$1800 em vendas por mês na plataforma. A taxa de 3,5% sobre os pagamentos feitos pelo iFood se mantém.

Cadastrando um negócio no iFood

cadastro-ifood Como vender no iFood? Tire todas as suas dúvidas!
Página de cadastro no iFood

Para cadastrar o seu negócio, você deve primeiramente acessar a área de cadastro do iFood. Nela, você preenche um formulário inicial com as informações do dono do estabelecimento.

A etapa seguinte consiste em informar os dados do negócio: CNPJ, nome do restaurante, telefone, endereço e especialidade. Nessa etapa, você informa se o seu negócio tem um serviço próprio de entrega ou não.

Por fim, a plataforma te leva à escolha do melhor plano para o seu estabelecimento, com base na disponibilidade do iFood para o Plano Entrega.

Finalizado o cadastro, é enviado o contrato para o seu e-mail.

Como melhorar as vendas pelo iFood?

Depois do cadastro, é interessante adotar uma postura estratégica em relação ao iFood para fazer um bom trabalho e satisfazer os clientes.

Confira a seguir algumas dicas que podem ser úteis nesse sentido.

Use promoções e cupons de desconto

O iFood conta com categorias específicas para os restaurantes que oferecem promoções, cupons de desconto e frete grátis.

Oferecer ao cliente algum desses benefícios permite que o seu estabelecimento seja colocado em destaque nas devidas sessões, separando-o dos restaurantes concorrentes.

É importante lembrar que, antes de aderir a alguma promoção, você deve avaliar se é financeiramente viável para o seu negócio.

Invista na divulgação do seu restaurante

O iFood é uma plataforma que pode ajudar na visibilidade do seu estabelecimento, que passará a constar na lista de restaurantes da sua categoria na sua cidade.

Porém, é importante lembrar que essa é uma das plataformas de entrega mais usadas no Brasil e obviamente muitos concorrentes também se credenciam.

Você deve, então, investir em estratégias de marketing, preferencialmente por meio de redes sociais. Certifique-se de incluir meios de divulgação o link da sua loja no iFood.

Tenha um cardápio consistente

Um cardápio consistente é objetivo na descrição do produto, mas sem empobrecê-lo. As palavras e as imagens constituem a vitrine do restaurante no iFood e são elas que vão persuadir um cliente a fazer um pedido.

Dessa forma, é importante que a descrição seja criativa. Além disso, é preciso que haja especificação sobre o tamanho do prato e sobre os ingredientes.

Assim, você evita frustração de clientes em relação à quantidade de comida e consegue atender melhor clientes alérgicos e intolerantes.

Invista em fotos de qualidade

Novamente, as fotos no aplicativo são uma das principais formas do estabelecimento se comunicar com o cliente à distância.

É importante que as fotos no cardápio sejam da melhor qualidade possível, de forma a vender o produto. Mas é preciso tomar muito cuidado para que elas não construam uma propaganda enganosa.

A foto do aplicativo deve, acima de tudo, ser coerente com a comida que o cliente irá receber. Caso contrário, isso pode resultar em avaliações negativas para o restaurante.

Qualifique a sua equipe de entrega

Para os estabelecimentos que optarem por fazerem as próprias entregas, é de extrema importância que o serviço seja eficiente.

Além de contribuir para preservar a temperatura e a qualidade da comida, uma entrega mais rápida implica diretamente nas chances de um cliente repetir o pedido e nas chances de você receber mais avaliações positivas na plataforma.

Dessa forma, você deve qualificar os seus entregadores, além de construir um sistema de entrega sólido e uniforme.

Mantenha o seu perfil atualizado

O gerenciamento do estabelecimento deve ser feito pelo próprio empreendedor por meio da extranet do iFood. Nessa área, é possível gerenciar horários de funcionamento, pratos disponíveis no cardápio e outras informações básicas, assim como acessar relatórios de vendas e criar promoções.

Dessa forma, uma ferramenta para evitar transtornos e a frustração dos clientes é manter todas as informações o mais atualizadas possível.

Assim, você evita evasão de clientes e avaliações negativas por ter que informar ao consumidor, por exemplo, que o prato que ele acabou de comprar não está mais disponível.

Use o iFood loop

Disponível apenas em algumas regiões, essa é uma parceria entre a plataforma e alguns restaurantes. A proposta é que esses estabelecimentos ofereçam produtos de qualidade a valores mais acessíveis.

O cliente escolhe o prato e o horário de entrega, que é pré-estabelecido pela plataforma. O iFood, então, executa um agrupamento dos pedidos por região, aumentando, assim, a eficiência na entrega.

As vendas e o lucro dos restaurantes, nesse caso, se dá pelo aumento do volume de pedidos.

Créditos das imagens: iFood.

Como vender pelo Mercado Livre: passo a passo

O Mercado Livre é uma das principais plataformas de comércio eletrônico da internet, sendo a maior da América Latina. Para quem está querendo começar um e-commerce, é no mínimo interessante saber como vender pelo Mercado Livre.

Isso porque a plataforma tem uma grande audiência, o que por si só já aumenta as chances de vendas. Além disso, o Mercado Livre oferece ferramentas para que os vendedores possam destacar seus produtos e, assim, lucrar mais.

Para quem deseja criar um negócio online voltado para as vendas, saber utilizar a plataforma é essencial. E pensando nisso, fizemos um guia com todas as dicas para você começar a vender pelo Mercado Livre.

Confira!

como-vender-mercado-livre Como vender pelo Mercado Livre: passo a passo

O que é o Mercado Livre?

O Mercado Livre é uma plataforma de compra e vendas que funciona como um grande marketplace.

No site, qualquer pessoa física ou jurídica pode anunciar seus produtos. Com uma audiência de milhões de usuários pode dia, o marketplace é um dos maiores do mundo, sendo o maior da América Latina.

No incio de suas atividades, o Mercado Livre era mais utilizado por usuários comuns. No entanto, com a implementação de novas ferramentas, tecnologias e segurança, hoje a plataforma é utilizada por empresas e empreendedores de todos os tamanhos.

O Mercado Livre opera em 19 países da América Latina e conta com mais de 170 milhões de usuários.

Como começar a vender pelo Mercado Livre?

Para começar a vender pela plataforma será necessário criar um cadastro no site e, posteriormente, criar os anúncios para seus produtos.

O procedimento é simples e fácil de ser realizado.

No entanto, é essencial seguir algumas dicas para não errar na hora de publicar os anúncios e para fazer suas primeiras vendas.

Tudo pronto? Veja o passo a passo para começar a vender pelo Mercado Livre:

Como criar uma conta? Passo a passo:

mercado-livre-criar-conta Como vender pelo Mercado Livre: passo a passo
  1. Acesse a página do marketplace e clique na opção “Crie a sua conta”, localizada no menu superior.
  2. Em seguida será necessário inserir seus dados. Se for pessoa física, informe o nome, sobrenome, e-mail e informe uma senha. 
  3. Se for pessoa jurídica, informe o CNPJ, Razão Social, e-mail e crie uma senha.
  4. Clique em continuar para prosseguir.
  5. Pronto, agora confirme o seu cadastro para validar a sua conta. 

Como cadastrar um produto? Passo a passo:

mercado-livre-anunciar-produto Como vender pelo Mercado Livre: passo a passo
  1. Depois de criar a sua conta, volte ao site do Mercado Livre, faça o login e clique na opção “Vender”.
  2. Selecione o tipo de produto que deseja vender. Em seguida, escreva um título para o seu anúncio. A dica é escrever um título que seja fiel ao produto, então crie algo descritivo e atrativo aos  olhos dos clientes.
  3. Selecione a categoria do seu produto. A dica é escolher a melhor categoria que se enquadre no tipo de produto que você está anunciado, porque escolher a categoria certa influencia nas vendas realizadas.
  4. Preencha as informações de seu produto, como fotos, a quantidade disponível, o código universal e a ficha técnica. Caso você fique com dúvidas sobre como preencher essas informações, veja esse tutorial do próprio Mercado Livre.
  5. Insira o preço do produto e selecione o tipo de anúncio.
  6. Pronto, agora é só clicar na opção “Anunciar” para publicar o seu anúncio e se preparar para começar a vender.

A cada venda realizada, uma taxa será paga ao Mercado Livre. Então, antes de precificar o seu produto, é importante conhecer as taxas a ser cobradas para incorporá-la no preço final.

Como enviar produtos pelo Mercado Livre?

Uma parte essencial do processo de vendas na plataforma é a entrega de produtos. Os vendedores podem enviar seus produtos através do Mercado Envios para qualquer região do Brasil.

Ao realizar uma venda, imprima a etiqueta e a cole no pacote do produto. Em seguida, leve o pacote a uma agência dos Correios, uma agência do próprio Mercado Livre ou envie para um centro de distribuição da empresa.

Mercado Livre é seguro para vender e receber?

Sim, o Mercado Livre é seguro. A empresa foi fundada em 1999 e tem até ações na bolsa de valores.

O sistema trabalha com autenticação de dois fatores, e os pagamentos recebidos através do Mercado Pago são garantidos para o vendedor (mesmo que o comprador seja inadimplente). Caso precise, poderá entrar em contato com o Mercado Livre.

Como ter uma loja virtual no Mercado Livre?

Grandes marcas já têm loja virtual oficial no Mercado Livre – é o caso da Apple e da Adidas e até mesmo gigantes do varejo como Carrefour e Centauro.

Então, por que você também não poderia ter seu e-commerce por lá? Isso é possível através do Mercado Shops, que tem como benefícios:

  • Ativação com um só clique. Sua loja utiliza todas as publicações que você já possui no Mercado Livre. Então, se você já cadastrou produtos em uma conta pessoal, não precisa carregar seus produtos novamente; 
  • As vendas de o seu Mercado Shop também impactam na sua reputação e posicionamento no Mercado Livre. Você tem mais possibilidades de se destacar da concorrência e se tornar um MercadoLíder mais rápido;
  • Ofereça Mercado Envios e Mercado Pago em todos os seus produtos. Você tem uma cobertura completa do nosso ecossistema;
  • Personalização: escolha as cores, logotipo e imagens que identifiquem a sua marca;
  • Fidelização de clientes. Para cada compra seus clientes ganham Mercado Pontos e obtêm benefícios;
  • Acesso ao Programa de Proteção ao Vendedor. Todas as vendas estão protegidas em caso de um imprevisto;
  • Sem custos fixos para a criação e manutenção da o seu Mercado Shop. Você pagará apenas a comissão do produto que vende, como no Mercado Livre.

Basta acessar o site do Mercado Shops e criar seu cadastro!

Como aumentar suas vendas pelo Mercado Livre?

Está anunciando seus produtos mas as vendas não estão como gostaria? Ainda não conseguiu realizar a sua primeira venda?

O início costuma ser difícil mesmo, para a maioria dos empreendedores. Não desanime.

A seguir, separemos algumas dicas para aumentar suas vendas na plataforma.

Confira:

1. Saiba o que vende mais no Mercado Livre

A dica é fazer uma pesquisa sobre quais são os produtos que tem mais saída na plataforma. A estratégia é apostar em produtos populares e que estejam na moda.

Para descobrir o que está vendendo mais na plataforma, acesse a página de tendências. Lá é possível visualizar quais são os produtos mais buscados dentro da plataforma.

Dessa maneira, você pode ter uma noção de quais produtos começar a vender para lucrar mais.

2. Crie títulos e descrições ricas

Os títulos e as descrições de seus produtos devem ser ricas e detalhadas. Quanto mais detalhada for o seu anúncio, mais chances ele terá de ser visualizado pelos usuários do site (e dos motores de busca).

Por isso, coloque bastante informações na descrição do produto e procure utilizar sinônimos e termos relacionados a ele para aumentar o seu alcance.

Por fim, algumas técnicas de escrita SEO podem fazer toda a diferença, já que os produtos também são indexados pelo Google.

3. Invista em anúncios pagos

Dependendo do valor do produto, vale a pena investir no MercadoAds ou em outros canais de trafégo pago, como o Google Adwords e o Facebook Ads.

Faça os cálculos e veja se vale a pena investir em anúncios pagos. Muita gente trabalha exclusivamente dessa maneira, vendendo através de anúncios criados dentro e fora da plataforma.

4. Crie uma boa reputação na plataforma

Responder todas as dúvidas, oferecer um bom atendimento no pós-venda, não atrasar as entregas/envios das mercadorias podem fazer uma grande diferença em suas vendas.

Isso porque se o vendedor não possuir reclamações, ele conquistará o status de Mercado Líder. Dessa maneira, seus anúncios ganharão mais destaques dentro da plataforma e, assim, realizará mais vendas.

A dica é procurar construir uma autoridade dentro do comércio eletrônico e evitar, ao máximo e sempre que possível, os comentários negativos.


Seguindo essas dicas, qualquer pessoa pode começar a vender pelo Mercado Livre e faturar bastante na plataforma.

Com o tempo, você pegará mais experiência e, assim, aprenderá a criar os melhores anúncios e as melhores estratégias de venda.

O negócio é não desanimar e procurar sempre melhorar e aprender mais.

Créditos das imagens: Mercado Livre.

Como vender no Shopee: anuncie produtos em sua loja virtual

Você provavelmente já deve ter algum anúncio do Shopee por aí. Ou, então, comprou ou compra diversos produtos da plataforma. Para quem deseja criar um negócio online, vender no Shopee se tornou um bom empreendimento.

Isso porque a empresa está investindo pesado em divulgação. Como resultado, a utilização do marketplace cresceu bastante entre os consumidores brasileiros.

Esse crescimento está atraindo pessoas físicas e empresas de todos os tamanhos.

Se você está querendo saber como vender no Shopee, este artigo foi desenvolvido especialmente para te ajudar.

Confira, a seguir, todos os passos necessários para começar a venda nessa plataforma que não para de crescer.

como-vender-shopee Como vender no Shopee: anuncie produtos em sua loja virtual

O que é o Shopee?

O Shopee é uma plataforma de comércio eletrônico que pertence ao Sea Group, uma empresa global que possui uma larga audiência em todo o mundo. Entre os seus principais produtos estão o Garena (de jogos como Free Fire) e o próprio Shopee.

Criado em 2015 em Singapura, o Shopee é um marketplace que permite que pessoas físicas e empresas possam anunciar e comprar produtos de diversos segmentos e categorias.

O Brasil foi o primeiro país fora da Ásia em que a empresa passou a atuar. Em 2021, a plataforma expandiu sua atuação na América Latina, passando a atuar no México, Colômbia e Chile.

Com milhares de usuários no Brasil e com um plano de crescimento consistente, a plataforma vem atraindo, cada vez mais, empreendedores que desejam ampliar horizontes e investir no comércio eletrônico.

Como se cadastrar no Shopee?

A plataforma está sendo utilizada por pessoas físicas e empreendedores de diversos tamanhos e segmentos.

O resultado disso é que, atualmente, é possível encontrar uma grande variedade de produtos sendo comercializados no comércio eletrônico.

Para quem está querendo abrir uma loja no Shopee, o primeiro passo é criar um cadastro na plataforma. O procedimento é simples e não leva mais do que 5 minutos para ser concluído.

Veja como se cadastrar e criar uma loja na plataforma no passo a passo a seguir:

shopee-cadastro Como vender no Shopee: anuncie produtos em sua loja virtual
  1. Acesse o site oficial do Shopee Brasil. Quando a página carregar, toque na opção “Cadastrar”.
  2. Você pode se cadastrar utilizando o seu número de celular ou através dos perfis do Facebook, Google ou Apple. Nesse guia mostraremos como cadastrar-se utilizando o telefone. Insira o número do celular e clique em “Próximo”.
  3. O site enviará um código de verificação para o número indicado via SMS. Ao receber a mensagem, insira os números no local indicado para verificar o celular informado. Clique em “Verificar” para continuar.
  4. Escolha a senha que será utilizada em sua conta e selecione o botão “Cadastrar”.
  5. Em seguida, você deverá ir para a “Central do Vendedor” para cadastrar sua loja.
  6. Selecione o tipo de usuário entre Loja Física (CPF) ou Loja Empresarial (CNPJ). Toque em “Próximo” para prosseguir.
  7. Insira as informações solicitadas, como nome da loja, contato, e-mail etc, e clique em “Enviar” para concluir o seu cadastro.

Pronto, o cadastro de sua loja no Shopee foi realizado com sucesso.

shopee-perfil-loja Como vender no Shopee: anuncie produtos em sua loja virtual
Em “Perfil da Loja” você poderá editar informações como nome da loja, imagens, vídeos e descrição.

Agora chegou o momento de cadastrar os produtos que serão comercializados.

Vender no Shopee: como criar anúncios na plataforma

Depois de se cadastrar e criar a loja virtual no marketplace, chegou o momento de anunciar seus produtos.

Saber criar anúncios completos e informativos fará uma grande diferença na hora das vendas.

Veja como criar anúncios no Shopee:

shopee-adicionar-produto Como vender no Shopee: anuncie produtos em sua loja virtual
  1. Acesse a “Central do Vendedor” e faça o login em sua conta. Em seguida, toque em “Adicionar Novo Produto”, localizado no canto esquerdo da tela.
  2. Insira o nome do produto, escolha uma categoria e uma subcategoria. É importante escolher essas informações já que através delas a plataforma organizará o seu anúncio no site. Clique em “Próximo” para continuar.
  3. Escreva uma descrição completa para o produto. Quanto mais descritivo for o anúncio, maiores serão as chances de conversão. Lembre-se que a descrição será visualizada pelos usuários e que também é importante para a classificação do anúncio dentro do site.
  4. Informe as medidas do produto, como peso e dimensões. Essas informações são essenciais para o cálculo do frete. Ative a opção de frete e desça a página para continuar.
  5. Insira o preço do produto e o número de unidades disponíveis em estoque. Adicione as fotos e outras imagens que serão utilizadas no anúncio.
  6. Na parte “Condição”, informe se o produto anunciado é novo ou usado. Clique em “Salvar e Publicar” para finalizar a criação do anúncio.

Como visualizar ou editar o seu anúncio no Shopee?

Quer saber se o seu anúncio ficou legal? Está precisando alterar alguma informação?

Veja como visualizar ou editar o seu anúncio de forma prática com as dicas abaixo:

  1. Acesse a página inicial da plataforma e clique em “Central do Vendedor”;
  2. Selecione a opção “Meus Produtos”;
  3. Na próxima página será possível visualizar todos os anúncios criados e publicados por você. Clique em “Editar” para adicionar mais imagens e fazer todas as alterações necessárias.

Quais são as vantagens de vender no Shopee?

Apesar de ser uma plataforma nova, o Shopee apresenta muitas vantagens para os empreendedores de plantão.

Veja as principais a seguir:

Visibilidade 

Como a empresa está investindo alto em marketing, o número de usuários que acessa e compra na plataforma é muito grande.

Hoje é possível visualizar conteúdos publicitários da empresa na TV, TikTok, YouTube e redes sociais.

Praticidade 

É muito fácil começar a vender na plataforma.

Qualquer pessoa que queira criar uma loja virtual no Shopee pode montar o seu negócio em poucos passos.

Melhores taxas

Quando comparada com outras plataformas de marketplace e comércio eletrônico, como o Mercado Livre, o Shopee apresenta ótimas taxas.

E a cobrança de taxas é essencial para a definição de preço e taxa de lucro dos comerciantes.

Confiança

Apesar de ser um site (e aplicativo) novo no Brasil, o Shopee já se mostrou ser uma plataforma confiável.

O site conta com tecnologia antifraude e um canal de suporte robusto para auxiliar os vendedores, se precisar pode acessar o Fale Conosco Shopee.


Agora que você já sabe como vender no Shopee, chegou a hora de criar a sua loja virtual e publicar seus anúncios na plataforma.

Lembre-se de aumentar a autoridade de sua loja pedindo aos seus clientes que façam avaliações positivas. Tirar todas as dúvidas e oferecer um bom atendimento pós-venda são duas características que destacarão sua loja na plataforma.

Créditos das imagens: Shopee.

Blog: o que é, para que serve e como ter um?

Se você navega com frequência na internet já se deparou ou mesmo acompanha um ou mais deles. O blog, essa ferramenta tão familiar nos dias atuais, tem como principal objetivo compartilhar as nossas ideias, pensamentos e até conhecimentos com o maior número de pessoas que se identifiquem com o que temos para dizer. 

O que muitos não sabem é a história por trás dos blogs, como quando eles nasceram, para o que eles servem e o que é preciso para começar um deles.

Além, claro, de ganhar um dinheiro a mais explorando as diversas possibilidades que essas páginas oferecem atualmente. 

Vamos então embarcar no mundo dos blogs e, quem sabe, no final desse texto você não sente inspiração para começar um, não é mesmo?

blog-o-que-e Blog: o que é, para que serve e como ter um?

O que é um blog?

O blog surgiu como uma espécie de diário virtual, onde as pessoas colocavam na internet textos sobre a sua vida e tarefas cotidianas, geralmente com o intuito de dividi-los com amigos e pessoas próximas. 

Reza a lenda que o primeiro blog foi criado em 1994, através do estudante americano Justin Hall, embora essa determinação ainda gere bastante discussão. Para muitos, o primeiro blog foi criado apenas três anos depois, em 1997, pelo também estadunidense Jorn Barger, o “Sabedoria Robô” (Robot Wisdom). 

Barger, inclusive, foi o primeiro a cunhar a expressão “weblog” para definir a sua página, que mais tarde seria encurtada apenas para “blog”. Em tradução livre, weblog significa “registro na rede”.

Dois anos depois, um programador chamado Peter Merholz passou a pronunciar a palavra como “we blog” – que traduzido ficaria algo como “nós blogamos” – o que deu origem ao termo como o conhecemos hoje.

A primeira ferramenta de hospedagem para blogs foi criada em 1999, quando a Pyra Labs lançou o “Blogger” (blogueiro, em inglês), plataforma que fez tremendo sucesso no início dos anos 2000, principalmente, e que mais tarde viria a ser comprada pelo Google

O Blogger se popularizou de forma tão acelerada por conta da facilidade de manipulação, o que permitiu a leigos em computador – principalmente adolescentes – criarem a sua própria página e começar a expor suas ideias para o maior número possível de pessoas.

Em resumo, os blogs são grandes diários virtuais, frequentemente atualizados, cada vez mais direcionados a diversos nichos, e que, atualmente, são muito usados para fins comerciais.

Os blogs no Brasil

O Brasil certamente é um dos países que mais consomem e alimentam a cultura bloguística mundial.

São literalmente milhões de blogs ativos todos os dias sobre os mais variados assuntos, sendo os principais deles moda, beleza, esportes, tecnologia, cultura, entretenimento, games, entre outros.

O primeiro blog brasileiro foi criado em 1998 por Nemo Nox, chamado “O Diário da Megalópole”. Ao contrário dos blogs que já existiam ao redor do mundo, o foco não era a vida pessoal de seu criador, mas atividades culturais, principalmente.

Há alguns anos atrás, o Brasil possuía perto de 10 milhões de páginas publicadas na internet. Dessas, 55%, ou seja, mais da metade, eram blogs.

Não seria nada absurdo pensarmos que esses números possam ter aumentado consideravelmente nesse tempo. De qualquer forma, já é o suficiente para entendermos a proporção que essa ferramenta alcança em território nacional.

Quais são os principais tipos de post nos blogs?

blogueiros Blog: o que é, para que serve e como ter um?

Antes de mais nada, precisamos definir o que significa uma postagem, ou um “post”.

Um post é qualquer atualização feita em um blog, seja ela um texto (mais comum), um vídeo, um áudio ou com todos esses elementos ao mesmo tempo.

Vale a ressalva de que não existe uma forma certa ou errada de se comunicar através do seu blog, uma vez que a forma como você expressa os seus pensamentos, ideias ou conhecimentos fica a seu critério pessoal.

No entanto, há um certo consenso de que textos um pouco mais condensados e de linguagem leve são mais atrativos para a leitura do público em geral.

Dessa forma, os formatos de postagens nos blogs englobam as seguintes mídias:

  • Texto: é a parte essencial de um blog. Como grandes diários online, é indispensável que as suas postagens nesse tipo de ferramenta tenham alguma parte escrita, além de ser responsável por tornar a sua página “legível” para o Google e mecanismos de buscas que vão “indicar” o seu blog para quem tem interesse no assunto que você compartilha;
  • Imagem: as imagens são outra parte importante em uma postagem, mas não são essenciais. Elas são utilizadas com frequência para ilustrar o texto ou como miniaturas (thumbnails), que têm por objetivo fazer uma espécie de resumo visual do que o leitor irá encontrar no texto. Existem plataformas de blogs que são voltadas para as imagens, como o Tumblr;
  • Infográficos: são uma coleção de imagens e gráficos acompanhados de um mínimo de texto, com o objetivo de apresentar esses dados de maneira mais facilitada;
  • Vídeo: os vídeos são uma forma de conexão maior com o leitor, visto que o blogueiro se expõe ao contato direto com o seu público, não através de uma ferramenta intermediária como textos e imagens;
  • Áudio: existem diferentes objetivos para se incorporar áudios em postagens de blog, seja como uma transcrição dos textos para deficientes visuais, seja como mídia de divulgação de conteúdo próprio, como um podcast.

Os diferentes padrões de conteúdo

As postagens em um blog podem seguir diversos padrões, de acordo com o estilo do blogueiro ou como aquele conteúdo pode ser melhor digerido pelo leitor.

Abaixo seguirão alguns exemplos das diferentes maneiras de transferir o conhecimento/conteúdo para o leitor.

  • Tutoriais: tutorial é o famoso “passo a passo”. Muito utilizado quando o blogueiro decide ensinar algum conteúdo prático de forma específica.
  • Estatístico: formato que visa transmitir uma informação através de números;
  • Listas: são postagens que divulgam a informação por meio de listas visando, além de ordem, uma assimilação do assunto de uma forma mais objetiva.
  • Educativos: são certamente o tipo de postagem que mais comumente se encontra em blogs que visam transmitir conhecimento para as demais pessoas. São aquelas postagens que ajudam a dirimir dúvidas dos usuários. Um exemplo é este post que você está lendo agora!
  • Novidades ou notícias: outro formato de postagem muito famoso, principalmente em blogs que tratam de tecnologia. São aqueles voltados para lançamentos e atualizações que sejam do interesse do público do blog.

E qual a diferença entre um site “comum” e um blog?

Bom, a diferença essencial é que todo blog é um site, mas nem todo site é um blog.

Ou seja, sites são páginas que existem na internet, quaisquer que sejam elas, mas nem todos os sites têm uma estrutura bloguística.

Se formos observar sites de grandes empresas que existem por aí, a maioria engloba em sua estrutura um blog. Por quê? Porque um site comercial, por exemplo, não possui a dinâmica de um blog. 

Mesmo que a distância entre um site comercial e um blog tenha diminuído bastante conceitualmente nos últimos anos, os sites continuam sendo mais estáticos e não possuem, em sua grande maioria, o canal direto com o público que um blog é capaz de produzir.

Na verdade, essa é a sua principal característica, a comunicação mais “íntima” com quem tem o interesse em saber sobre a empresa, suas novidades ou mesmo tirar dúvidas.

É possível ganhar dinheiro com um blog?

ganhar-dinheiro-blog Blog: o que é, para que serve e como ter um?

Sim, é possível.

Inclusive, existem inúmeras pessoas nesse exato momento faturando com os seus blogs, seja uma renda extra, para complementar o rendimento principal, seja como o próprio sustento mensal.

Muitos desistem da ideia de começar um blog justamente por acharem que a monetização – palavra tão conhecida que significa transformar os seus posts e blog em dinheiro – é uma tarefa muito complicada, mas não é bem assim.

Vejamos abaixo as diferentes maneiras de você fazer dinheiro com o seu blog:

  • Marketing de conteúdo: uma marca cria um blog com o intuito de se manter no topo das sugestões do Google, trazendo cada vez mais potenciais consumidores para entrar em contato com ela. Uma vez em contato, esses consumidores vão se afiliar ao blog da marca de alguma forma – como uma lista de e-mails, por exemplo -, e o caminho ficará livre para que a marca dialogue com os possíveis interessados e possa oferecer os seus produtos ou serviços.
  • Anúncios: outra forma de monetizar com o seu blog são os anúncios. O blogueiro negocia espaços em sua página para que parceiros possam oferecer os seus produtos, como um aluguel desses espaços. Existem plataformas como o Google Adsense onde o blog é cadastrado e recebe automaticamente os anúncios, mas a maioria dos blogueiros prefere negociar diretamente com as empresas caso o site já renda um número de visitas regulares consolidado.
  • Links de afiliados: outra forma de ganhar dinheiro através de um blog é com links de afiliados. Caso ainda não saiba, afiliados são aqueles vendedores que recebem de alguma empresa o “direito” de comercializarem seus produtos, e o vendedor recebe uma comissão caso uma venda seja realizada a partir do link desse determinado afiliado. Nesse caso, uma página que recebe visitas recorrentes tende a atrair mais interessados em acessar e comprar os produtos que são divulgados naquele site, através do link de afiliado do blogueiro. É muito popular em sites de nicho.

Como criar e abrir um blog?

Isso é muito simples!

Atualmente existem plataformas que oferecem serviços fáceis e muito intuitivos para que você possa começar o seu blog pessoal ou comercial.

Basta que você defina primariamente sobre o que você deseja falar e então seguir os passos abaixo:

  1. Escolher a plataforma onde você deseja hospedar o seu blog, como por exemplo WordPress e Blogger;
  2. Decidir se o seu serviço será gratuito ou pago. Para ambos, existem vantagens e desvantagens, então é preciso que você tenha definido com qual objetivo começará a sua página e ver o que mais se encaixa na sua demanda;
  3. Configurar o seu domínio, ou seja, o nome do seu blog;
  4. Escolher o design que você deseja implantar;
  5. Começar a gerar o seu conteúdo.

Parece simples, não é mesmo? E pode ser bem simples mesmo se você se planejar e tiver em mente exatamente o que deseja fazer. 

Como ter um blog 100% grátis com WordPress?

Veja um passo-a-passo de criação de blog no WordPress:

  1. Crie uma conta

    Acesse wordpress.com/start/user e crie sua conta.wordpress-passo-1 Blog: o que é, para que serve e como ter um?

  2. Crie um blog do zero

    Caso apareça uma tela como essa, selecione a primeira opção, que é criar seu site no WordPress.com. Basta clicar em “Comece agora”, e então digite o nome do seu blog.
    wordpress-passo-2 Blog: o que é, para que serve e como ter um?

  3. Escolha um domínio

    Em seguida você deverá escolher um domínio. Você pode pular essa etapa ou já selecionar a opção gratuita e editar depois.wordpress-passo-3 Blog: o que é, para que serve e como ter um?

  4. Escolha um template

    Escolha um visual para o seu blog. Você poderá trocar as fontes (letras) assim que escolher um modelo.wordpress-passo-4 Blog: o que é, para que serve e como ter um?

  5. Escolha um plano

    Selecione o plano gratuito.
    wordpress-passo-5 Blog: o que é, para que serve e como ter um?

  6. Personalize seu blog

    Faça todas as edições que desejar em seu blog! A ferramenta do WordPress é muito completa, então você vai poder criar muita coisa em seu novo blog. Ao finalizar as edições, clique no botão “Complete setup”.
    wordpress-passo-6 Blog: o que é, para que serve e como ter um?

  7. Lance seu blog

    Você vai precisar confirmar novamente o domínio e o plano gratuito. Depois, clique no botão “Launch your site” para colocar seu site no ar!wordpress-passo-7 Blog: o que é, para que serve e como ter um?

Como ter um blog profissional com WordPress?

Para ter um blog profissional com WordPress você vai precisar investir um pouquinho. Não seria profissional se não fosse por isso, não é mesmo?!

Os investimentos são esses aqui:

  1. Domínio: É o endereço www do seu blog. Custa, em média, 40 reais por ano.
  2. Hospedagem: É um computador online que faz seu site funcionar. O preço varia bastante, você pode conferir algumas opções acessando: melhores empresas de hospedagem de sites de 2024.
  3. Criação do template: Aqui você tem duas opções, conforme descrevo abaixo:
    • Template pronto: É o visual do blog já pronto, com todo o visual preparado para você instalar em seu projeto e personalizar como quiser. Há opções gratuitas no próprio repositório do WordPress, mas você também pode optar por temas premium como os do ThemeForest;
    • Template próprio: É criado por um profissional da área, sendo freelancer ou agência com especialidade em web design e WordPress. Essa é a alternativa ideal se você procura algo com identidade visual própria, boa otimização, desempenho, segurança e consultoria.

Como começar a blogar?

A partir da criação do blog, você precisará responder algumas perguntas que vão direcionar você para como dividir o seu conteúdo com o leitor, como:

  • Para qual público eu estou escrevendo?
  • O que eu estou oferecendo para esse público?
  • Com qual frequência eu farei as minhas postagens?
  • Como vou me diferenciar de outros blogs que produzem o mesmo conteúdo?
  • Como vou me aproximar dos meus leitores?
  • Como irei monetizar o meu blog?
  • Irei utilizar redes sociais?

Respondidas essas perguntas, você estará pronto para começar o seu blog e fazê-lo crescer até se tornar autossustentável.

Mas se você só deseja dividir com outras pessoas os seus pensamentos e ideias, esse espaço existe também. Afinal, foi para isso que eles surgiram, em primeiro lugar, não é verdade?

Boa sorte!

Créditos das imagens: Freepik, WordPress.com e Fabio Lobo.

Como ganhar dinheiro criando sites sem ter experiência

Uma nova modalidade de negócio digital é ganhar dinheiro criando e vendendo sites. Mas será que sendo novo na área, dá para ser bem-sucedido e conquistar sucesso?

Criar e vender sites é mais simples do que pode parecer. Você só precisa das ferramentas e parcerias certas nessa jornada. E você deve ter um diferencial, é claro, para se destacar da concorrência no mercado.

Para te auxiliar, vamos apresentar agora informações essenciais para você aprender como criar sites sem ter experiência e garantir suas vendas. Acompanhe o artigo.

ganhar-dinheiro-criando-sites Como ganhar dinheiro criando sites sem ter experiência

Quais são os tipos de sites?

De maneira básica, os três tipos de sites são: lojas virtuais, blogs e, é claro, sites profissionais.

São essas as oportunidades de negócio:

  1. Lojas virtuais – ofereça para potenciais clientes um e-commerce completo, pronto para começar a faturar. O conteúdo pode vir 100% dele ou sua equipe pode providenciar produção de fotos e muito mais.
  2. Blogs – os blogs aproximam empresas e clientes e são uma excelente oportunidade de otimização de conteúdo. Outra ideia é oferecer esse tipo de serviço para blogueiros. Essa é uma profissão bastante atual e em ascensão.
  3. Sites profissionais – seja para o cliente que pretende vender algo ou aquele que precisa de um portfolio online, você tem grandes possibilidades de criar sites bastante completos.

O que você precisa saber para criar sites?

Depende de o que você tem em mente: quer uma renda extra, dinheiro fácil ou uma carreira?

Sejamos sinceros, há três tipos de pessoa nessa área:

  1. Sobrinhos: Não têm ambição ou conhecimento básico na área. Acha que o que faz já tá bom, e muitas vezes faz o cliente jogar dinheiro fora;
  2. Estudantes / Amadores: Estão aprendendo ou até já têm aprendizado na área. Ainda falta um tanto para se tornarem profissionais, mas podem conseguir fazer trabalhos com certa qualidade quando não tentam dar um passo maior do que a perna;
  3. Profissionais: Já trabalham na área, têm uma carreira ou prestam serviços como freelancers.

Em qual dessas categorias você se encaixa – ou quer se encaixar?

Mesmo que você não queira trabalhar com criação de sites como atividade principal, você deve fazer um bom trabalho – até porque isso irá definir seu retorno financeiro.

Então, se sua ideia é buscar algo que dê dinheiro fácil, esse post não é pra você! Há outras opções para renda extra que não necessitam de muito conhecimento.

Sendo assim, para evitar frustrar clientes e você mesmo, procure fazer o que você acha que terá mais familiaridade.

Bom, vamos em frente: a grosso modo, a criação de um site é dividida em duas partes – Web Design e Programação.

O que é Web Design?

Web Design é a área de atuação do web designer, que, como o nome já entrega, cria designs para web.

Em resumo, é o profissional responsável por fazer a arte do site, toda a parte visual.

E aqui o foco não é fazer algo o mais bonito possível! É preciso entender padrões de web, UX, acessibilidade e muito mais. Uma empresa pode perder clientes e oportunidades se o site for mal projetado.

Não se confunda: design gráfico é bem diferente de web design. É preciso estudo; não dá pra sair de uma área para a outra num piscar de olhos.

O que é programação ou desenvolvimento?

Basicamente é a parte “mágica” da coisa: todo o código do site, que é onde as coisas funcionam.

Sim, montar um site não é só fazer a parte visual e colocar no ar: é preciso programar as funções do site, e aqui entram diversos conceitos. SEO, acessibilidade, UX, performance e por aí vai.

Você sabia que um site sem acessibilidade pode render processo?

Essa parte normalmente pode ser dividida em duas partes também: front-end (responsável pelo código que mostra o que o visitante vê) e back-end (responsável pelo código que faz as ferramentas funcionarem).

Nesse post você pode ler mais sobre o assunto.

O desenvolvimento de um site pode ser feito de diversas formas, já que há diferentes linguagens de programação e frameworks disponíveis.

website Como ganhar dinheiro criando sites sem ter experiência
Para trabalhar com criação de sites é preciso saber o que está fazendo, ou os resultados nunca serão alcançados.

Como criar e vender sites para clientes?

Antes de mais nada você deve escolher qual será sua área de atuação.

Se for só web design ou apenas programação, você precisará encontrar um parceiro que faça a outra parte – ou utilizar soluções prontas no mercado, mas para isso você terá que ter alguns conhecimentos básicos da área em questão.

Se quiser fazer ambas as partes, o tempo de estudo e preparo é bem maior. Outra opção é partir para soluções prontas, como templates, frameworks e construtores.

Assim você aprende o básico de cada área e pode oferecer serviços mais simples.

Vou dar um norte sobre cada possibilidade logo abaixo.

Cursos para elaboração de sites

Hoje em dia, felizmente, há muitas opções de cursos e tutoriais onlines, grátis ou pagos, disponíveis na internet.

Se você quiser se atualizar ou aprender algo novo, acesse a Udemy e busque cursos mais avaliados.

YouTube também tem boas opções, claro. Mas a primeira opção é ser mais focada e propícia para estudos.

Ferramentas para criação de sites, lojas virtuais e blogs

Aqui as possibilidades são quase infinitas. Mas quantidade não significa qualidade.

Construtores de site

Construtores de site como Wix e afins, por exemplo, não conseguem entregar um site profissional – nem perto disso.

A ideia de construtores do tipo é justamente entregar uma solução pronta para que qualquer um, com ou sem experiência na área, possa fazer um site.

Por consequência, o resultado final é um site lento, sem diversas questões de usabilidade e acessibilidade, além de ter um visual amador.

Primeiras posições do Google? Nem pensar.

O único construtor realmente bom que eu costumava indicar era o SitePX, que infelizmente fechou as portas. Por lá haviam soluções para SEO, diversas ferramentas e o carregamento era bem rápido.

Se possível, fuja de site builders no geral. Mas se encontrar um que ofereça soluções realmente profissionais, deixe o link nos comentários pra ajudar quem está começando!

CMS

Content Management System (Sistema Gerenciador de Conteúdo) é uma opção mais avançada.

A plataforma mais conhecida e utilizada no mundo é o WordPress. Nesse caso, há duas versões:

  • wordpress.org: Solução self-hosted. Você deve instalar em um servidor (hospedagem) e terá total controle de tudo.
  • wordpress.com: Solução online hospedada pelo próprio WP. Há opções de planos, de um gratuito a um bem salgado, com vantagens diferentes.

A primeira opção vale muito mais a pena, claro.

É possível conseguir uma hospedagem mais barata e especializada, como a WOWF, além de você ter total controle do CMS, plugins, temas e por aí vai.

Templates prontos

Templates prontos (ou modelos prontos) são, basicamente, os sites já prontos para irem pro ar.

Não é como em um construtor de sites, onde você se cadastra e escolhe uma das opções – aqui você deve baixar o template, fazer a instalação e personalizações necessárias.

Nesse caso você pode optar pelo template pronto para um CMS, como o WordPress, ou algo em HTML puro – ou até mesmo com algumas funções em PHP, como formulário de contato.

Recomendo o ThemeForest, que tem uma biblioteca enorme com ambas as opções.

Frameworks e boilerplates

Framework é, basicamente, o esqueleto de um projeto. Em alguns casos ele oferece alguns temas prontos, como é o caso do Bootstrap – que é uma boa opção para iniciantes ou pessoas sem muita experiência na área, e não para profissionais.

Boilerplate já costuma ser algo mais cru. É basicamente uma “coleção” de códigos ou estruturas básicas e/ou indispensáveis em um projeto.

Por exemplo, um boilerplate para WordPress vem com todos os arquivos necessários em fase inicial, além de algumas bibliotecas para ajudar no desenvolvimento.

Ou seja, um boilerplate é mais recomendado para pessoas com mais experiência, porque é, a grosso modo, a lista de ingredientes para fazer o bolo – enquanto o framework é um bolo de caixinha.

wireframing Como ganhar dinheiro criando sites sem ter experiência
Criar um rascunho ou o wireframe do projeto antes de iniciá-lo é imprescindível!

Tenha um portfolio com seus serviços

Básico: Se você quer prestar serviços na internet, você deve mostrar seus serviços… na internet!

Um portfolio é uma apresentação de tudo o que você fez e faz. Reúna seus melhores projetos (que podem ser pessoais também), coloque descrições detalhadas e, de preferência, tenha um blog.

Revenda serviços de profissionais da área e ganhe comissões

Quem disse que você precisa saber fazer sites para vendê-los? Seja um vendedor!

Estude todos os conceitos da área pra não oferecer algo impossível para o cliente, saiba elaborar briefings e wireframes e procure parceiros que façam o serviço e estejam dispostos a pagar um comissionamento para que você faça o trabalho de prospecção.

Ah, detalhe: Só indicar um cliente e cobrar uma comissão pela indicação é sacanagem. Você não fez nada, por que deveria ganhar por isso?

Então, busque oferecer algo realmente digno de faturamento. Faça todo o “meio-de-campo” para o profissional.

Se ele não precisar manter contato com o cliente, será trabalho a menos e, por consequência, mais tempo para elaborar o trabalho. Algumas dicas:

  • Procure os clientes: redes sociais e sites de freelancers estão cheios de pedidos de serviços. Esteja presente e ativo diariamente, não espere os clientes chegarem até você;
  • Faça o briefing: Colete todas as informações com o cliente para orçar o projeto com o profissional;
  • Faça a proposta: Esse item e o acima podem ser os mais complicados de um projeto. Se você fizer essas partes de uma maneira bem completa e profissional, além de impressionar o cliente, irá ajudar e muito o profissional;
  • Pesquise referências e rascunhe: Você já está ciente de como o trabalho deverá ser feito. Então, entregar já “mastigado” para o profissional também seria ótimo;
  • Seja responsável pelos feedbacks: Ou seja, só você faz o contato com o cliente, nunca o profissional. Passe confiança de que você sabe o que está fazendo, e qualquer coisa diga que irá consultar sua equipe ou parceiro.

Com coisas assim você pode pensar em um valor fixo ou uma porcentagem no valor total do projeto. Nada mais justo!

Ah, e lembre-se sempre: antes de prometer algo para o cliente, consulte o profissional!


Jamais pare de se atualizar. Essa área traz alguma novidade por semana.

Você não precisa aprender tudo, mas precisa estar antenado e preparado. Uma tendência pode virar um padrão em poucas semanas.

Quais dicas você tem para manter-se sempre atualizado em sua área? Deixe seu comentário!

Texto enviado pelo parceiro Trampar Online.